Força Suprema: Uma empresa familiar de filhos do rap

Vivem há mais de 20 anos em Portugal, pelo menos dez deles dedicados ao rap. Nos últimos anos transformaram-se num fenómeno em Angola e em Portugal, apesar de poucos o saberem. Agora têm vídeos com helicópteros e querem conquistar o Brasil.
Em Portugal, dois dos cantores de maior sucesso dos últimos tempos são o angolano Anselmo Ralph e Nelson Freitas, de origem cabo-verdiana. Em Angola, por sua vez, dois dos nomes mais badalados do momento são osrappers NGA e Prodígio, angolanos, mas a viver em Portugal há mais de 20 anos.

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Mike El Nite: o rapper que nasceu duas vezes

Sempre se sentiu no meio. "Nem era beto nem mitra, não era rico nem pobre. Sempre ali no q.b." Sente-se uma ponte entre duas gerações, entre os que vieram antes, como Sam the Kid e Regula, e os que vêm depois, como os GrogNation.
Tudo mudou quando foi lançado Mambo nº1, gravado com a companhia de ProfJam, seu camarada na Astro Records. Ouviu-se aquele samplefantasmagórico da clássica Kanimambo, de João Maria Tudela, prolongar-se por toda a canção, e ouviram-se o som esparso da produção, as vozes graves e a tarola seca. Ouviram-se as rimas iniciais: “Queres saber de mim, vou ‘tar em Skyrim/ Tentei fazer um beat mainstream/ Parti o PC, Rage Against the Machine/ Ben ten, ben can, Obi Mike/ Hashtag, Circo Chen, droga e Miguel”.Ouviu-se o conjunto todo. O som alinhado com as produções dos Odd Future ou de A$AP Rocky, e os versos que juntam em fluxo de consciência, pelo prazer de brincar com a linguagem em associação livre, referências da cultura pop, dos videojogos, da Internet ou da bola. Quando foi lançado Mambo nº1,Mike El Nite revelou-se. “Foi um boom incrível na minha vida. Passei de ninguém saber quem eu era para ser conhecido de quase toda a gente na comunidade hip-hop."

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Valete: 'Uma plateia multirracial só se vê num concerto de hip-hop. Mais do que num estádio de futebol'

É de um dos maiores nomes da geração hip-hop nacional o CD BLITZ deste mês. Na Batida dos Outros , inédito e grátis com a BLITZ de abril, coleciona participações - Sam The Kid, Orelha Negra... - e prepara o futuro. 
Foi em 2007 que Valete lançou aquele que ainda é o seu último trabalho de originais, Serviço Público. Nos anos que entretanto volveram, o rapper viu o seu nome crescer e a sua arte tornar-se das mais aplaudidas. E requisitadas. Na Batida dos Outros é uma mixtape preparada para a BLITZ, alinhada e misturada pelos Beatbombers - DJ Ride e Stereossauro -, onde se cruzam diversos momentos de colaboração de Valete com gente como os Orelha Negra, Jimmy P ou Sam The Kid.

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DarkSunn: hip-hop sem limites, música sem fronteiras

“Nós somos nerds, somos geeks, mas também somos os gajos que, se for preciso, vão estar na festa a dançar em cima da coluna. Tirar as palas, abrir mais os horizontes." Não há limites”, conclui Bruno Dias, ou DarkSunn, autor de hip-hop, maioritariamente instrumental.
Bruno Dias está sentado numa esplanada em Almada, depois de nos fazer uma visita guiada à cidade que sobe desde o Cais do Ginjal pela rua Cândido dos Reis, revitalizada nos últimos anos com reabilitação urbana, novos cafés e bares, um hostel aqui e ali. É sentado nessa esplanada que este almadense de 32 anos, alguém que, por obrigação profissional, passa grande parte do tempo a viajar pelo mundo, dirá ao Ípsilon: “A minha música será sempre hip-hop. Posso estar a fazer house que será sempre hip-hop”.

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Tribruto: Quando o Algarve se eterniza no Hip Hop

«Chavascal» é o novo longa duração do grupo algarvio Tribruto, lançado no último mês de 2014, com o selo da Kimahera. Além do trabalho de alta qualidade a que o trio já habituou o seu público, este novo álbum conta com um conjunto de convidados de luxo: Capicua, Valete, Sam The Kid, Mundo, Fus, Reflect, Mr. U, MGDRV, David Cruz, Mariana Norton e Ed Hoster.
A RUA FM e o Sul Informação estiveram à conversa com o trio mais bruto, composto por RealPunch, Kristóman e Gijoe, e mais uma vez se percebeu que conversar com os miúdos que estão de volta “cheios de truques” não é tarefa fácil. Por vezes, pode ser até um pouco assustador. É que eles dizem que vão a casa das pessoas “disfarçados de funcionários da Visabeira a perguntar: você tem um problema no cabo, não tem? Nós entramos e aí fazemos um Chavascal!”

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