Capicua."O hip-hop é como fermento do padeiro, guardas o pão de ontem para o de amanhã"

"Sereia Louca", o segundo disco da rapper sai segunda-feira. Conversámos com a portuense sobre o título inesperado, entre outras coisas
Se nos permitem, o Carnaval é quando um homem quiser. Daí que o tenhamos antecipado para entender a génese destas misteriosas criaturas que continuam a servir muitos cortejos da época festiva. Não utilizámos disfarce, mas propusemo--nos desmascarar o grau de insanidade desta "Sereia Louca" (este título tem truque, tente separar o "a"), novo disco de Ana Matos Fernandes, aka Capicua, a rapper socióloga com sotaque do Norte. A brincar se fala a sério, tal como o estranho sonho responsável por tudo isto, com a tarefa de dar sucessão a "Capicua" (2012), assim como a mixtape "Capicua Goes West" (2013). Um disco duplo, com "Cabeça" e "Cauda", dez originais e seis versões acústicas de temas antigos. Isto e um bilhete para a Terra do Nunca, aquela do Peter Pan em versão gangster.

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'Ainda se sabe muito pouco sobre o hip hop', diz rapper Emicida

Um dos principais nomes do rap no dias atuais, Emicida se apresenta nas unidades do Sesc deTaubaté e de São José dos Campos neste fim de semana.
Em entrevista ao G1, o rapper fala sobre sua contribuição para a popularização do gênero e afirma que as pessoas ainda conhecem pouco a cultura hip hop. "Acho que eu e alguns outros nomes fazemos um trabalho para que o rap seja aceito como música, e a música é para todos, não tem que ficar restrita", diz.

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Sensi em entrevista

Sensi está de volta aos discos, cinco anos depois de ter editado «E.sensi.a», a que chama o «álbum zero». Desta vez, Sensi regressa com «Pequenos Crimes entre amigos», e em vez de 40 ladrões, traz 46 amigos, entre os quais Rui Veloso, Marcelo Camelo, Manuela Azevedo, dos Clã, ou Kalú, baterista dos Xutos e Pontapés, e pai de Sensi. O resultado é um álbum de misturas, que pisca o olho a vários estilos musicais, enquanto Sensi garante que não tem medo da pop, só quer ter o seu próprio espaço, e que o ouçam. Para já, podem lê-lo:

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Entrevista com Woner

Um dia recebi um email deste rapaz chamado João a apresentar-me o álbum "A minha cabeça sai sempre cortada (Vol.II)", admito o nome suscitou-me curiosidade, e ao ouvi-lo pensei em fazer um artigo detalhando a minha visão de cada tema, a um ponto de ter tornado cada texto tão pessoal e surreal, que propus esta entrevista ao João, sendo menos louca e mais credível. Leiam esta entrevista e depois saquem o álbum dele, ou saquem o álbum e depois leiam a entrevista, como preferirem, ambas as coisas valem a pena.

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Entrevista com Kap

O jovem portuense Kap, já conta com um portefólio de 3 projectos prepara-se agora para o seu álbum de estreia. 
Obstáculos não param este MC e produtor que ainda tem muitas cartas a dar no rap e se apresenta com futuro bastante promissor como poderão concluir.
Mas antes de passarem à entrevista revelo-vos que esta foi me sugerida pelos seguidores de Kap, na minha página de facebook, por isso caso conheçam alguém ou se vocês mesmos tiveram um projecto que mereça ser divulgado no site não hesitem em contactar-me.

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