À conversa com Miztake

Mz,membro do grupo Recarga (Espinho), é um produtor e MC oriundo do concelho de Amarante e começou a sua viagem no mundo da música por volta de 99, 2000. Tendo como vertente o Hip - Hop ao longo dos anos foi desenvolvendo capacidades múltiplas, nesta entrevista entre uma  conversa de amigos, poderão conhecer melhor o seu trabalho que Miztake tem vindo a desenvolver e saber mais sobre o seu próximo trabalho, o álbum "Erro Humano". 

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Opiniões sobre 2012 e perspectivas para 2013

Devido ao sucesso que foi o ano passado o artigo/entrevista "Opiniões sobre 2011 e prospectivas para 2012" o HipHopWeb decidiu voltar a fazer as mesmas perguntas a vários artistas Tugas.

1 - Como resumes o ano de 2012?
2 - O que destacas este ano?
3 - Alguma novidade da tua parte para ano novo?
4 - O que achas que poderemos contar para 2013?
5 - Queres deixar uma mensagem?

Eis as respostas de mais de 60 pessoas que tiveram a gentileza de nos responder.
Artofghetto, Berna, Black Mastah, Bruce Riscow, Bskilla, Buli 2B, Capicua, Dizzy, DJ Casca, DJ Link, DJ Ride, DJ Spot, DJ StikUp, Dom Rubirosa, GI Joe, IV, J-Cap, J-Cool, J-K, Jimmy P, Kamões, Karlon, Keso, Kosmikilla, Krazye Loko, Kristoman, Lagaet, Madkutz, Marcos Best, Mascote, Max Oliveira, Melo D, Minus, MK Nocivo, MrDheo, Mundo Escuro, NBC, Né, Nitron, Nocas, Paulo Pinto, Poeta de Rua, Porte, Perez, Rafi, Rato 54, Rost, Royalistick, Sagespectro, Sentinela, Simple, Sir Scratch, Skala, Speg, Spitz, Stereossauro, Stray, Tranquilo, Valete, Virtus, Viruz, Wuser, Xizini Da Shorty, Youthone e Zero.

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Mind Da Gap Militantes do Hip-Hop

Já lá vão dezanove anos desde que Ace, Presto e Serial se juntaram, pela ruas da cidade Invicta, ainda sob o nome de Da Wreckaz. É com este projecto que se recusam a participar no disco Rapública, primeira compilação de Hip-Hop nacional, bem sucedida a nível de vendas e da qual fizeram parte nomes como Boss AC ou Black Company. Depois de alguns concertos pelo Porto conseguem receitas suficientes para a compra de equipamentos musicais e mudam o nome para Mind da Gap, como viriam a ficar conhecidos até hoje. Lançam o seu primeiro EP, homónimo, em 1995, pela editora Norte Sul e, pouco tempo mais tarde, colaboram com bandas como Blind Zero e Cool Hipnoise. O primeiro LP, Sem Cerimónias que sai em 1997 é misturado por Troy Hightower, figura reconhecida no Hip-Hop a nível mundial.

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Sir Scratch Em nome da novidade

Sir Scratch não editava um álbum em nome próprio desde 2005, quando Cinema: Entre o Coração e o Realismo lhe rendeu críticas auspiciosas, entre as quais ser apontado, provavelmente, como o melhor músico surgido na área do hip hop nacional desde Sam The Kid. Agora, cerca de sete anos depois da estreia, surge amadurecido com Em Nosso Nome, que reflecte muito da sua vivência neste hiato temporal. Entretanto não esteve parado, como refere nesta entrevista, ocupando-se com concertos, mixtapes, viagens e participações. Mas uma certa procura pelo perfeccionismo levou-o a ir adiando o segundo lançamento, que conta com diversas colaborações ilustres, da área do hip hop e não só, às quais se refere como o seu «elixir de longevidade e crescimento pessoal». O músico fala-nos ainda de mudanças, sentimentos e propostas em tempos de crise.

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Keso entrevista

Keso é, hoje, um dos nomes mais enublados no panorama do hip-hop nacional, circunstância que, no seu tão particular caso, lhe granjeou uma aura mítica que poucos tiveram a sorte de beneficiar. Mas, para percebermos isto, temos que recuar um pouco no tempo.

Em 2003, Keso, tripeiro de gema, assinou, sob o heterónimo de KS Xaval (nome por que, ainda hoje, é carinhosamente conhecido), e com apenas 16 anos, “Raios Te Partam”, um álbum de beats vigorosos e sem papas na língua. Era tempo de um rap combativo, sério q.b. (típico da idade) e introspectivo, mas, também, o primeiro indício do que de extraordinário viria Keso a fazer mais tarde, em “O Revólver Entre as Flores” (2011). De facto, se, do ponto de vista musical, se notava já a tendência para a experimentação e para o ecletismo (“Sorte”, “Sempre presente”), o mesmo se diga para a predominância do humor e do calão chavasqueiro nas letras (“Homens de estilo” e, bem assim, os deliciosos skits à De La Soul em “Jabardim da Penisquita” ou “Intro”). De qualquer forma, seria por sons mais duros, como “Bairrismundo” ou “Pintor de interiores”, que o nome de KS Xaval ficaria gravado na cabeça de muita gente.

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