Mind Da Gap, 20 Anos 20 Musicas no Musicbx [2013-11-22]

“É óbvio que em vinte anos, coleccionamos momentos e momentos, mas mais que ressalvar esses momentos, interessa é perceber o que fizemos nesses momentos, e foi música que fizemos.” Disse-nos o Ace antes de subirem ao placo. E foi desta maneira, através da música como não podia deixar de ser, que os Mind Da Gap vieram a capital festejar as suas duas décadas de existência.
Pioneiros de Hip Hop nacional, percorreram todos os álbuns, trouxeram-nos clássicos desde do álbum de estreia “Sem Cerimónias” até aos mais recentes sons do “Regresso ao Futuro”.

 

Passado pouco da meia-noite, Ace, Presto, Serial, André Hollanda (bateria) e Sérgio Freitas (teclas) subiram ao palco do Music Box e provaram que “Há dias” e dias mas que aquela noite iria ser especialmente comemorável! De seguida, trouxeram mais um tema do “Regresso ao Futuro”, “Vozes na cabeça” e com a malta ainda um bocado tensa convidaram-nos para o seu spa tocando o “Não Stresses”. De seguida o “Este beat”, e o regresso as origens, como não podia deixar de ser, foi através do “És Como Um Don” e da “Dedicatória” onde foi confirmado que o amor deles pelo Hip Hop obviamente permanece como há vinte anos atrás. Passando pela “Essência” com o “Não para”, mesmo sem a presença do Valete, levaram o público a exaltação.

De seguida foi hora de chamarem os convidados ao placo, começando com o Rey e regressando ao futuro com o “Jardim”. Com o Sam The Kid, puseram todos os amantes desta cultura a sentir borboletas na barriga com “És onde quero estar”. E antes da próxima, foi o momento do público retribuir à esta banda por tudo que nos proporcionou durante estes 20 anos, cantando-lhes os Parabéns! Mas sem dúvida que um dos momentos mais altos da noite foi quando se deu a colisão e subiram ao placo quatro convidados nortenhos, Fuse, Mundo, Expeão e Maze com “Sete Miras”.

 

E como não podia faltar o “Todos Gordos”, momento máximo da noite. Já quase chegando a recta final ainda houve tempo para “Nada Complicado” e o clássico “Falsos Amigos”. No fim aquela pergunta retórica “Bazamos ou Ficamos?”, pois se fosse pela malta ficavam até percorrem toda a discografia!

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